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Quando a matemática não fecha

Sabe aquela questão matemática que quando você se depara parece sem solução?
Veja o seguinte versículo:

“Tornei-me tudo para com todos, para de alguma forma salvar alguns” (I Co.9:22b)

Tudo + Todos: Alguns

Que matemática é essa?

Tonar-se “tudo” é um preço muito alto… desgastante… abnegação imensa.
“Para com todos” é muita gente… que pluralidade… quanta diversidade.

Ah… mas quando você participa do “salvar alguns” você vê, surpreendentemente, que a matemática não fecha!
Sabe por que?
Porque todo o preço do “tudo” e do “todos” se tornam muito pequenos para o grande privilégio de vivenciar a salvação de alguns!
É impressionante como esse “alguns” se tornam sua companhia, sua alegria, sua família, sua comunhão.

Obrigado a cada um desses “alguns”, creio que sabem quem são. Obrigado pelo privilégio de poder ver Deus agindo na vida de vocês e poder ter a certeza que a matemática não fecha mesmo!

Abraço e até a próxima!

Um dia todo dia

Eu estou terminando a leitura do Pentateuco. Algumas coisas parecem repetitivas, quase redundantes. Prefiro lê-las com um olhar de novidades, acreditando que Deus (talvez) esteja dizendo a mesma coisa novamente. “Isso deve ser profundo demais e, como Deus sabe da minha superficialidade, resolveu dizer novamente!”

Foi assim na leitura de hoje! Meus olhos percorreram o cap.16 de Deuteronômio. A maior parte desse capítulo é a descrição das festas judaicas. Foi apenas uma expressão na descrição da Páscoa que me fez refletir profundamente.

“… comerás pães asmos, pão de aflição (porquanto, apressadamente, saíste da terra do Egito), para que te lembres, TODOS OS DIAS DA TUA VIDA, do dia em que saíste da terra do Egito.” (Dt.16:3)

O povo deveria se lembrar de um dia todo dia. Um dia até o último dia.

O dia em que Deus havia os tirado do Egito.

O dia que descobrimos que Deus se importa conosco. O dia que ficou evidenciado que temos um Deus que enfrenta qualquer “Faraó” por nossa causa. Um Deus que ouve os nossos clamores. Um Deus que estava disposto a fazer o que fosse preciso para nos libertar da escravidão.

O dia que descobrimos que nosso valor não está na quantidade de tijolos que nos obrigam fazer, mas naquilo que Deus fez por nós.

O dia que nos conscientizamos de que somos tão rebeldes quanto os “egípcios”, somos um povo de dura cerviz e que não fomos escolhidos porque Deus se afeiçoou de nós ou porque éramos numerosos. Não era vantajoso para Deus. Pelo contrário. Era absurdamente sacrificial. Nesse dia, descobrimos que Ele fez por amor.

O dia que descobrimos que a libertação tem tudo a ver com a morte e o sangue daquele cordeiro. Enquanto o povo ganhava liberdade e vida, o sangue do cordeiro era aspergido no madeiro das portas.

O dia que deveria ser lembrado todo dia. Comemorado todo ano. Partilhado com as gerações futuras.

Deuteronômio 16 ensina que o dia mais importante da história não tem nada a ver com a formatura, aniversário, intercâmbio, casamento, vaga no concurso, viagem, impeachment ou sei lá o que, mas tem tudo a ver com o dia em que Deus nos concedeu salvação.

A salvação é motivo de alegria. Todos os dias. Deus olhou nos meus olhos e disse: “Eu te amo!!!” Que comece a festa de hoje! Afinal, ainda tem muita sexta-feira pela frente!

Um grande abraço!!!

O dia em que tudo mudou

Fico imaginando aquele homem, cansado por uma noite inteira de trabalho. Pastorear ovelhas na escuridão fria, do lado e fora de sua cidade, não era uma tarefa fácil. Era necessário estar muito ligado ao longo de toda a noite pois os perigos eram variados e reais. Por isso, naquela sexta feira bem cedo, ao retornar para sua casa, ele só pensava em sua cama. Como desejava um descanso. Bem próximo de seu lar ele nota uma pequena confusão, ao chegar mais próximo percebe que algum malfeitor estava sendo punido, carregando sua cruz com destino ao monte da vergonha. Quando chegou perto da confusão sem que pudesse reagir, foi puxado por um dos guardas responsáveis pela escolta. A ordem era clara, ele deveria ajudar aquele homem a carregar sua cruz.
Fico imaginando os seus questionamentos: “como assim, eu nem conheço esse cara!”; “Logo eu! Estou super cansado!”; “Por essa eu não esperava! Que injustiça!”. Creio que esses eram os murmúrios mais leves…
Mas como eu me identifico com a história de Simão Cirineu! Quando algo sai do que era esperado e uma cruz aparece em meu caminho eu logo murmuro! Deus é um alvo dos meus murmúrios, os outros são alvos também (governo, chefe, família, etc…)
No entanto, o mais legal de nosso Deus é a capacidade de nos surpreender. E meio à caminhada (seja ela de cruzes, noites de trabalho, descanso ou alegrias) Ele está sempre fazendo algo novo. Um texto mexe muito comigo:

“Esqueçam o que se foi; não vivam no passado.Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não o percebem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo.” Isaías 43:18-19

Esqueça o que se foi! Para de murmurar! Estou fazendo algo novo! Você não percebe? … E quantas vezes não percebemos pois estamos muito agarrados às circunstâncias. O nosso Deus abre caminhos em desertos, riachos no ermo! Você Percebe?

Simão percebeu! E quando deixou aquela cruz no alto do monte, olhou para aquele homem em extremo sofrimento. Aquele olhar mudou sua vida, aquela cruz mudou sua história, aquele homem entrou em sua família e trouxe salvação. Creio que as cruzes que carregamos são um convite para notarmos o que Deus tem feito e novo!

Você percebe?

Abraço e até a próxima

Em defesa do Aniquilacionismo – 1

A decisão de escrever sobre um assunto tão complexo e polêmico foi difícil. Conversei com várias pessoas e li muita coisa sobre o assunto, mas confesso que depois de 40 dias de estudo ainda acho que as conversas foram poucas e as leituras insuficientes.  Contudo, me convenci de que a melhor maneira de dar forma para este texto seria começando a escrever.  Não sou teólogo, não sei ler em hebraico ou grego, e tudo que agora passo a escrever são baseados em leituras de teólogos e pastores conceituados do meio cristão, principalmente os acadêmicos e religiosos americanos, com poucas exceções. Outra parte do que escreverei virá da própria Bíblia, documento máximo para qualquer cristão. E onde a Bíblia não for clara, falarei da minha fé e no que eu acredito, sentimentos desenvolvidos na minha relação diária com Deus. Nestes momentos, tentarei ser explícito de que isto é algo que eu “creio” e não necessariamente algo “explicitado” nas escrituras. Para preservar um pouco o tamanho do texto, peço também permissão dos leitores para não transcrever todas as citações bíblicas que utilizarei. Apesar de não serem estritamente necessárias para o entendimento do conteúdo, seria interessante que o leitor consultasse sua Bíblia.

Meu planejamento inicial é que este “projeto” dure 4 posts, divididos no seguinte esquema: Introdução, Argumentos Favoráveis, Argumentos Contrários e Conclusão. Acredito que o tamanho dos posts deva ser ligeiramente mais longo que as médias. Tentarei ser sucinto, mas a própria complexidade do assunto me obriga a ser mais detalhista. Por fim, gostaria de dizer que todos os comentários, contrários e favoráveis, muito mais do que bem vindos, são essenciais para que este conteúdo seja rico em ideias. Gostaria muito de ouvir o que cada um pensa a respeito, tanto de leitores assíduos como de leitores que por aqui passam a primeira vez. O campo de comentários esta logo abaixo, então, por favor, me ajude a concluir este projeto participando da criação de um verdadeiro fórum para troca de ideias. E que tudo seja feito para Glória de Deus. Então vamos lá:

O que é Aniquilacionismo?

A ideia de inferno sempre me incomodou. Para muitos cristãos o inferno seria algo como aquele descrito por Dante Alighieri na “Divina Comédia”. A Igreja Católica se apossou da idéia do purgatório e chegou até a vender salvação,  na forma de indulgência, em certos períodos de sua história. Os gregos tinham suas várias histórias sobre o Reino de Hades.  O fato é que o destino do homem após sua morte é um tema controverso e antigo, muito antigo. Tão antigo como a discussão sobre o lar do diabo e das almas condenadas. Para onde vão?  De alguma forma aquela visão clássica de um satanás vermelho, com rabos e chifres, sentado no trono de um deserto árido de fogo, cheio de lava fumegante e derretida, repleto de inúmeras almas gritando e gemendo em dor e sofrimento eterno, não se associavam com o conceito que tenho sobre a bondade e misericórdia de um Deus que se fez homem para pagar por nossos pecados. Como poderia Deus permitir que algo assim existisse? Como poderia Deus obter uma vitória completa se, coexistindo com um novo Reino, onde viveremos todos na presença completa de Deus, haveria um local de tamanho sofrimento e agonia?

O Inferno de Dante, por Gustave Dore
O inferno visto por Dante, de Gustave Dore

John Stott disse o seguinte:Eu acho o conceito de tormento consciente eterno emocionalmente intolerável e não compreendo como as pessoas conseguem conviver com isso sem cauterizar seus sentimentos ou esfacelá-los com a tensão. Mas as nossas emoções são um guia instável, não confiável para nos conduzir à verdade e não devem ser exaltadas ao lugar de suprema autoridade em determiná-la. Então minha pergunta deve ser e é não o que me diz o meu coração, mas, o que diz a Palavra de Deus? “ (1)

Concordei muito com Stott! Como podemos suportar tal destino para nossos irmãos que não serão salvos? Pessoas que amamos, que estão ao nosso redor, e que sofrerão eternamente. Por outro lado, não basta achar que não faz sentido. Tem que existir base bíblica para tal. E acreditem: elas existem. Existe sim base bíblica para crer no aniquilacionismo. São estes argumentos favoravéis ( e até mesmo os desfavoráveis) que eu gostaria de apresentar e discutir com vocês.

Foi neste questionamento que Stott apresenta que entre alguns teólogos nasceu uma teoria chamada de “Aniquilacionismo”. Esta teoria tomou força aparentemente no ano de 1987, com a publicação de diversos artigos pelo canadense Clark Pinnock, pelo próprio John Stott, por William Fudge e por Philip Edgecumb Hughes. Desnecessário dizer que tais artigos causaram certo estremecimento na comunidade evangélica dos Estados Unidos e mexeu com diversas personalidades. Logo, um acirrado debate tomou conta das convenções e muita gente graúda se posicionou contra os argumentos apresentados.

A teoria do aniquilacionismo não é amplamente aceita pela comunidade evangélica, e é refutada por diversos outros importantes teólogos, infelizmente. Justamente por isto, meu receio em escrever sobre um assunto onde tanta gente grande já debateu. Mas precisamos prosseguir se quisermos chegar em algum lugar por aqui, portanto, falemos mais sobre o aniquilacionismo propriamente dito.

Segundo o teólogo e pastor Gregory A. Boyd, “Aniquilacionismo é a doutrina que afirma que tudo o que não puder ser redimido por Deus será exterminado.” Nós, os aniquilacionistas, acreditamos que as pessoas que não serão salvas serão exterminadas, deixando de existir conscientemente. Não existirá um inferno eterno, nem danação eterna, nem sofrimento eterno. Ou existiremos conscientemente no Reino de Deus, ou seremos aniquilados, extintos, exterminados.

Para falar de aniquilacionismo vamos falar, inexoravelmente, de fim dos tempos, imortalidade da alma, salvação, condenação e do inferno. Só existe um único ponto que evitarei discutir, e este ponto é sobre o “caráter de Deus”. Com esta decisão, pessoalmente estarei descartando vários argumentos favoráveis ao aniquilacionismo utilizados por teólogos que o defendem, mas por outro lado estarei em paz com minha consciência e com meu dever cristão. Se não me sinto totalmente apto a falar sequer sobre o aniquilacionismo, que dirá falar sobre o caráter de Deus. O caminho será longo, e digo logo que de cara que os argumentos favoráveis ao inferno clássico são bastante contundentes. Mas assim como eu, alguém aí fora pode encontrar sentido na aniquilação. E eu quero escrever para estas pessoas!

Você já parou para analisar sua crença? Você acredita no inferno? Qual sua opinião sobre o fim dos tempos?

Semana que vem a gente continua!

Um abraço!

 

Bibliografia
(1) Evangelical Essentials - John Stott

Em que implica a ressurreição de Cristo?

Narram os evangelhos que Jesus morreu em uma sexta-feira e após três dias (contando-se o dies a quo e o dies ad quem, ou seja, inclusive o primeiro e o último dias) foi ressuscitado. Mas o que significa e, mais do que isto, representa a ressurreição do cristo salvador?
Primeiro, como mencionei, a salvação. Ele morreu pagando pelo pecado da rebeldia e indiferença do ser humano em relação a Deus. É um pouco abstrato, mas gostaria que você visualizasse que de nada adiantaria ele simplesmente ter morrido. Se morto e aplicarmos a regra geral descrita na Bíblia, então Jesus estaria dormindo e aguardando o dia do juízo para ressuscitar. Não é o caso! Justamente porque ele ressuscitou é que cremos na existência desta realidade também para nós, cristãos.
Segundo porque ele foi o primeiro a ressuscitar, abrindo caminho para os que viriam após ele. Há para nós, no entanto, este momento de espera como expliquei. Agora creio que a vida não se limita a esta era presente, mas sim tenho a esperança de um dia também ressuscitar e estar diante de Deus, assim como Cristo está.
Depois porque ele foi o único deus das grandes religiões do mundo que não permaneceu morto. Segundo a tradição hindu, o Buda tem morrido e reencarnado por gerações e gerações. Maomé, o profeta do islamismo, simplesmente morreu. Os espíritos do espiritismo, ainda que não sejam vistos propriamente como deuses, estão igualmente mortos. De que vale afinal um Deus morto?
Deixando de lado esta parte teológica, o que mais há na ressurreição de Jesus? Há o meu foco não na crucificação em si, mas na pessoa que foi crucificada. Jesus venceu a morte e o Acusador. Tenho um advogado diante de meu Pai no céu. Pai este que é amor, mas também justiça. E, motivado pela vida do Salvador, posso tentar superar o velho medo do julgamento e condenação.
Luto hoje para não pensar em mim pelo que faço, ou pelo que possuo, muito menos pelo que os outros pensam de mim. Cristo vivo me pede para que deixe de lado os julgamentos, opiniões, avaliações e condenações por parte do Acusador e também dos outros seres humanos. Se não sou condenado por Cristo, não há como condenar a ninguém. A liberdade ganha espaço nos meus relacionamentos e, baseado na vida plena proposta por Cristo, posso viver distante do que tem pregado a cultura na qual estou inserido.
Por fim e não menos importante, Cristo ter ressuscitado representa a possibilidade de me relacionar toda hora, todo o tempo com o Deus que é meu amigo, que genuinamente tem interesse por mim e que tem cuidado de mim.
E para você, o que representa a ressurreição de Cristo?
Forte abraço.

O Muro de Inimizade

O capítulo 2 de Efésios traz a nós um resumo robusto da mensagem do Evangelho. Estudando o texto durante esta semana pude observar uma estrutura dele emergindo.

De um lado, o homem:

  • Morte (v.1 e 5)
  • Pecados (v.1)
  • Merecedores da ira (v.3)

Do outro, Deus:

  • Vida e ressurreição (v.5 e 6)
  • Graça (v. 7)
  • Bondade (v.7)

No meio, um muro de inimizade (v.14).

Mas Jesus, a pedra angular (v.20) destrói o muro.

Vemos que o processo que se passa para a criação de uma passagem por entre o muro é a morte: Jesus com a sua carne, na cruz, anula a condenação da Lei. (v.15-16) Vemos que na verdade a lei não foi anulada de forma absoluta: ela foi cumprida, porém não nos “merecedores da ira”. Jesus morreu, ou seja, pagou, em nosso lugar.

É feita uma analogia com os gentios (não-judeus) e os judeus. Através de Cristo, outro muro de inimizade é quebrado: judeus e gentios não são mais separados, ambos podem ter acesso às promessas de Deus de salvação. (v. 12 e 13)

Este capítulo também é famoso pela ênfase no processo de salvação. Não poderíamos nós mesmos quebrar o muro pois a lei deveria ser cumprida. Sendo devedores, não havia obras que pudessem nos ser creditadas como algo que nos traria próximos de Deus.

Assim, as obras não são aquilo que nos salvam (v. 9) e sim consequência natural deste evento (v.10).

Por fim, é mostrado a união de uma nova humanidade em Cristo, em seu corpo. Podemos dizer que entre os outros, entre Deus e conosco,

Ele é a nossa paz

Salvação do Oriente ou do Ocidente?

Hoje vou colocar lenha na fogueira! Gostaria de saber sua opinião!

O primeiro grande cisma do Cristianismo se deu com a cisão entre a Igreja do Oriente com a do Ocidente. As causas são várias e durou séculos: após o concílio da Calcedônia (451), a Grande Igreja foi identificada pelos bispos em comunhão com o imperador e o patriarca no Oriente e pelo bispo de Roma (também considerado um patriarca) no Ocidente. Os três usualmente mantiveram comunhão e fraternidade entre si.

Entretanto, por muitas razões, as tensões entre as Igrejas do Ocidente, que respeitavam cada vez mais o bispo de Roma como patriarca supremo de toda a cristandade, e as do Oriente, que respeitavam Constantinopla (o imperador e o patriarca) como centro da cristandade, agravaram-se cada vez mais nos séculos que se seguiram ao Concílio da Calcedônia. O grande cisma entre o Oriente e o Ocidente oficializou-se definitivamente em 1054 quando os patriarcas de Roma e de Constantinopla se excomungaram mutuamente.

Uma das controvérsias mais debatidas foi com relação à salvação. Os ocidentais, influenciados por uma leitura latina jurídica principalmente das cartas de Paulo, acreditam que a salvação é uma mudança de “status legal”. Com isso o homem passa a ser salvo de condenação!  Essa forma de entender a salvação nos faz priorizar os méritos da morte de Cristo. Em contrapartida, temos a visão oriental que, em sua essência, vê a salvação como deificação e não como justificação. A salvação seria um processo de identificação completa dos homens com Deus. Deus manda Jesus, sua revelação máxima, para aprendermos a imitá-lo. O fim desse processo seria a restauração do homem à imagem que foi, originalmente, criada por Deus. Seria o resgate da humanidade plena, só vista em Cristo. Para os orientais não somos salvos da condenação e sim da mediocridade! A encarnação se torna o ator principal ao invés da morte expiatória!

Encarnação ou morte?

Condenação ou mediocridade?

Vida aqui ou juízo futuro?

Pagamento de pena ou imitação?

Salvação do oriente ou do ocidente?

Gostaria de ler sua opinião!

Abraço e até a próxima!

*Ideias retiradas do post “deuses e homens” de Paulo Brabo e um estudo sobre História da Igreja que preparei há 2 anos.