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Vinho, odre e disciplina

Acabei de avaliar tudo o que vivi em 2014. Fiz um balanço geral e minucioso de cada área da minha vida. Depois de todas as conclusões registradas, comecei a planejar o ano de 2015! Objetivos gerais, estratégias, riscos e obstáculos e, por fim, táticas para alcançar cada objetivo.

Planejar

Apesar de cansativo, esse processo é extremamente importante para a minha vida! Eu, inclusive, desafio todas as pessoas que são parte da liderança do meu grupo de adolescentes a fazerem a mesma coisa.

O objetivo de tudo isso é apenas um: experimentar mais de Deus!

Como você vai lidar com as Escrituras esse ano? O que irá ler? O que pretende estudar? Quais textos/versículos irá memorizar?

Como será o seu ano em relação a oração? Quanto tempo deseja orar diariamente? Pelo que e por quem deseja orar esse ano? Vai usar uma lista? Aonde e quando você vai orar? 

E sobre jejum? Silêncio? Meditação? Solitude? E por aí vai…

“Mas põe-se vinho novo em odres novos.” (Mc.2:22)

Sem odres, o vinho se perde e não pode ser experimentado!

Sem as disciplinas, a presença de Deus não é assimilada e Ele permanece abstrato e desconhecido.

Vinho novo, odre novo! Talvez seus velhos hábitos e sua antiga maneira de buscar à Deus deva ser abandonada… Eles já não fazem mais sentido! Serviram no passado… Hoje, não mais, porque Deus tem coisas novas para cada um de nós!

Meu coração queima com o desejo de voltar a ser um homem disciplinado!

E você? Já tem um planejamento para o ano de 2015?

Grande abraço!!!

Linha de Vida

Uma folha. Uma linha no meio. Divisões equidistantes. Números progredindo: 2003, 2004, 2005… até 2011. Ufa! E já se passaram oito anos.

Nos intervalos alguns períodos e marcos. Nem todos lembramos mais de cabeça. Viagem no tempo. Reflexão, retrovisão.

Os momentos de pico, os vales. Quedas e momentos de grande importância.

O que ficou? O que de fato foi decisivo? Como poderia ter sido melhor? Qual foi afinal a sucessão dos fatos, o que levou a quê?

“A história é o germe do futuro”.

***

Ao leitor.

Hoje a reflexão que proponho é muito prática. Trata-se de um exercício. Uma linha do tempo.

Já fizemos disso para estudar a história no colégio. Vamos usar esta ferramenta para estudar agora a nossa.

Comecei pensando no meu Ministério. A atividade começada anos atrás que permite seguir a orientação de Jesus a seus discípulos. (ver Mateus 28.19 e 2 Coríntios 5.18)

Podemos, porém, fazer várias versões de uma linha de tempo.

Se você fosse dizer a alguém sobre a sua história, de todos os anos desde o nascimento, em 10 minutos, quais elementos saltariam à mente?

E quanto à vida acadêmica/profissional? Vida amorosa, vida social, vida espiritual…

Não há grande segredo na técnica da Linha de Tempo. O segredo de fato reside em suas conclusões. Nas informações que surgirão. Acabo portanto aqui.

Um convite à prática.

Recomeço

O primeiro dia!! O que você fará diferente neste ano?

A ideia de ciclo que a contagem do tempo nos dá penso ser muito benéfica. Dá uma sensação de liberdade do passado: posso fazer diferente! Posso melhorar! Posso deixar os erros para trás! E de fato podemos, até certo ponto.

Que neste ano você não deixe Deus em segundo plano.

Que neste ano você planeje a sua vida. Realize-os. Avalie os erros e acertos. E aja diferente nos novos planos. #PDCA

Que você possa valorizar as pessoas e o tempo com elas. Mais do que as atividades e os bens. Lute para a agenda não engolir a família e os amigos.

Dedique-se mais no seu trabalho.

E preocupe-se menos.

Para onde formos, com o Senhor vamos.

Tenho posto o SENHOR continuamente diante de mim; por isso que ele está à minha mão direita, nunca vacilarei. Sl 16:2 (NVI)

PDCA

PDCA pode ser definido como uma forma estruturada de se pensar. Alguns dizem que é a base do Método Científico.

A sigla refere-se às palavras em inglês: Plan (planejar), Do (fazer), Check (avaliar), Act (agir). A ideia é que antes de fazer alguma atividade possamos planejá-la, em seguida de fato realizar, depois avaliar os êxitos e as falhas, agindo no planejamento de modo a garantir que a próxima vez será melhor.

Esta forma “estruturada” do pensamento é particularmente interessante se notarmos que das quatro letras somos acostumados realmente a praticar apenas uma: Do.

Saímos realizando, agindo, fazendo tantas e quantas coisas sem uma visão geral, sem planejar, sem avaliar a nós mesmos devido à necessidade crescente de fazer cada vez mais em menos tempo.

Vejo claramente que a razão de muitas vezes eu não prosseguir com as outras “letrinhas” é não estar disposto a dar um passo para trás embora esse me ajude a dar uns três à frente. Espero que pensando nestas coisas você possa ser desafiado a mudar continuamente. Para melhor.