Arquivo da tag: oração

Parece maluco

“Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a petição que eu lhe fizera.” (I Sm.1:27)

Eis que a oração resolve virar gente e o poder de Deus revela-se grande o suficiente para personificar nossos anseios.

Já pensou que você pode ser a resposta da oração de alguém? Parece maluco, mas é como se alguém dissesse que você é exatamente aquilo pelo que ela orava. É quando sua presença significa amor, amizade, cuidado, esperança, abraço… A questão, porém, é que não conseguimos ser tudo o que o outro precisa.

Já pensou que Deus, um dia, resolveu juntar todos os anseios humanos (em suas mais profundas dimensões e motivações) e fazer com que eles se fundissem e virassem gente? Parece maluco, mas Jesus é a personificação de todas as nossas orações. Jesus é tudo o que sempre desejamos!

Em Jesus, Deus disse “sim” às nossas necessidades mais legítimas! Parece maluco, mas Ele concedeu a petição que lhe fizemos.

“Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm.8:32)

Se Deus nos entregou o que de mais nobre possuía, por que deveríamos parar de orar? Parece maluco, mas Ele continua nos dando graciosamente todas as coisas. Saúde, emprego, sonhos, inteligência, casa, amigos, roupa, casamento, ministério, pão, filhos, dons…

A questão, porém, é que qualquer coisa que pedirmos a Deus será menor e menos importante do que o Filho que já nos foi dado. Nesse caso, não é problema (ou pelo menos não deveria ser) ouvir um “não” diante das nossas orações. Se Ele já nos deu Jesus, temos razões suficientes para uma gratidão eterna.

Maluco mesmo vai ser o dia que esquecermos que nossas orações viraram gente.

Se a Ana nunca mais se esqueceu de Samuel(I Sm.1:20), por que é tão recorrente nos esquecermos de Jesus?

Um grande abraço!!!

Se eu fosse você

Eu não sei como você se avalia com relação à oração, mas essa é a minha disciplina mais fraca. Sou disperso, inconstante, superficial. Às vezes sinto que meu tempo de oração é mecânico e monótono. Ainda assim, oro.

Jesus contou uma parábola que tinha como objetivo ensinar sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer (Lc.18:1). Ele falou sobre um juiz que vivia em certa cidade. Esse homem não temia a Deus e não respeitava homem algum (bem próprio da atitude de quem não teme a Deus). Havia também naquela mesma cidade, uma viúva que o importunava para que ele julgasse uma causa que ela tinha contra seu adversário.

No início, o juiz não a quis atender, mas depois pensou: “Se eu não resolver a causa dessa viúva, ela irá me importunar e acabará me deixando maluco.”

Jesus termina a parábola pedindo que seus ouvintes pudessem considerar as palavras daquele juiz. Se um homem iníquo resolveu ter um gesto de bondade na direção daquela mulher, imagina Deus?

O capítulo 18 de Lucas começa com essa parábola e termina (ironicamente) com o cego de Jericó gritando insistentemente “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!”

As pessoas que iam à frente o repreendiam para que ele se calasse (Lc.18:39). Ele, porém, gritava cada vez mais. Parecia até que havia ouvido a parábola.

São muitas as vozes pedindo que nossas orações sejam interrompidas.

“Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc.18:7)

Pergunta retórica. Se eu fosse você, continuaria orando.

Um grande abraço!!!

 

 

Jeito surpreendente

Eu não consigo parar de me maravilhar com as Escrituras Sagradas. Elas não param de fazer sentido e têm a capacidade de explicar a vida de uma maneira que nada, nem ninguém nesse mundo, consegue fazer.

Preste atenção no que você irá ouvir:

Pedro havia sido preso por Herodes. Estava no cárcere sendo vigiado por 4 escoltas de 4 soldados cada uma. Um total de 16 guardas, ou seja, uma situação humanamente impossível de qualquer possibilidade de mudança.

Mas, havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele. É isso que está escrito em Atos 12:5

O restante do texto revela uma intervenção sobrenatural de Deus. Um anjo liberta Pedro da prisão e o apóstolo vai até a casa de Maria, justamente onde as pessoas oravam por ele. Ao bater na porta, a criada que veio atender, ouvindo a voz de Pedro, ficou tão alegre que não abriu a porta. Correu para avisar aos outros que Pedro estava chamando no portão.

Sabe o que as pessoas disseram?

1°) Você está louca!

Ela, porém, insistia.

2°) Não é Pedro. É o seu anjo!

A grande ironia desse trecho, é que as pessoas que oravam fervorosamente para que Deus fizesse algo, ao receberem a notícia de que Pedro estava liberto, recusaram-se a aceitar que o Senhor tinha respondido às suas orações.

Sabe por que estou contando isso?

Porque durante muito tempo, eu me encontrava desacreditado e sem esperanças. No entanto, nunca parei de orar. Confesso que orava por algo que, para mim, era uma grande utopia! Depois de tamanha frustração, como eu poderia me apaixonar de novo?

Até que, de jeito surpreendente, alguém bateu a porta. Assim como Pedro, parecia ter sido trazida por Deus. Ao constatar quem era, a alegria encheu meu coração e a minha maior luta tem sido acreditar que tudo isso é verdade.

Que você não dependa da fé para continuar orando. Ore, mesmo se estiver imbuído de incredulidade e tudo parecer uma grande utopia. E quando ouvir as batidas na porta, não hesite em abri-la. Deus não depende da sua fé para agir…

Um grande abraço!!!

Post dedicado a Ana Luisa Pos dos Reis. Obrigado por não ter desistido de querer entrar, mesmo estando diante de uma ‘porta’ tão emperrada. 

Anseio

Eis que surge um anseio. O palco da vida fora invadido por uma necessidade. Ouve-se um clamor.

“Ele é digno de que lhe faças isto; porque é amigo do nosso povo, e ele mesmo nos edificou a sinagoga.” (Lc.7:4-5)

Essas foram as palavras dos judeus anciãos a Jesus. O pedido não era deles. O pedido era de um centurião que estava com um dos seus servos (muito estimado) doente.

Alguém se dirige a Jesus por sua causa. Alguém fala com Deus sobre você. Alguém conhece seu anseio profundo. Esse alguém clama por você.

“Queremos pedir que o SENHOR cuide disso. Não apenas porque esse pedido é nobre. Mas principalmente, porque aquele que carrega esse anseio é alguém digno. Digno de que o SENHOR atue! Digno de que o SENHOR manifeste seu poder. Digno de uma intervenção tua, SENHOR. A dignidade dele não se alicerça em meros discursos ou em fundamentos teóricos. Sua dignidade se externalizou e tem saltado pra fora do seu coração. Ele é amigo do nosso povo e, ele mesmo, tem feito coisas por nós, SENHOR. É só olharmos para a nossa sinagoga que hoje está edificada!”

Quando alguém ora por você, quais são as palavras dirigidas ao SENHOR?

O anseio daquele centurião passou a ser o anseio dos judeus. O anseio dos judeus era que Jesus fizesse algo. O anseio de Jesus é encontrar fé como aquela.

O meu anseio é ser parecido com aquele centurião quando alguém estiver orando por mim, ou talvez ser como aquele servo que por causa de um monte de anseios, acabou levantando daquela cama totalmente curado.

Uma coisa eu sei, tudo começou com um anseio.

Qual é o seu anseio?

Um grande abraço!!!

Pais da Igreja – Orígenes de Alexandria

Orígenes é o grande Teólogo Bíblico da Igreja primitiva.  Tido como autor de 320 livros e 310 Homilias (infelizmente a maior parte se perdeu). Seu principal tema era oração e escrituras. Foi o idealizador da leitura orante, ou seja, a necessidade de buscar as escrituras em oração.  O conhecimento bíblico era vivo por meio da oração. Segundo ele, Jesus não se limita a dizer: “procurai e achareis” e “batei e vos será aberto”, mas acrescentou: “pedi e recebereis”. Portanto, as escrituras deveriam ser analisadas, estudadas, investigadas, mas tudo dentro do “pedi e recebereis”.

Um grande mestre que se preocupava muito com a atitude além do conhecimento. Para ele, o verdadeiro conhecimento, advindo do contato das escrituras,  sempre brota do amor e, traz consigo, atitudes e transformações.

Como você tem se relacionado com as escrituras? Você tem procurado? Você tem pedido? Sua leitura das escrituras é orante?

Abraço a até a próxima!

 

No olho do furacão

Em tempos de crise nossa fé costuma ser colocada à prova.

Quando as coisas não dão certo, quando o destino nos feri com um duro golpe ou quando sentimos fraquejar diante de uma rocha aparentemente intransponível.

Decepcionado, estressado, desfalecido, deprimido.

Quando o que temos é medo e passamos a duvidar de nós mesmos, e Deus parece distante, mudo, dorminhoco, ausente, ou pior, parece inexistente.

Nosso país vive tensão, crise. Milhares de pessoas sem emprego, empresários tensos, à beira da falência. Estamos com medo de caminhar.

Uma das minhas passagens preferidas é Mateus 14:22-33.

“…Mas, à quarta vigília da noite, dirigiu-se Jesus para eles, andando por cima do mar.
E os discípulos, vendo-o andando sobre o mar, assustaram-se, dizendo: É um fantasma. E gritaram com medo. Jesus, porém, lhes falou logo, dizendo: Tende bom ânimo, sou eu, não temais. E respondeu-lhe Pedro, e disse: Senhor, se és tu, manda-me ir ter contigo por cima das águas. E ele disse: Vem. E Pedro, descendo do barco, andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentindo o vento forte, teve medo; e, começando a ir para o fundo, clamou, dizendo: Senhor, salva-me! E logo Jesus, estendendo a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?…”

Essa passagem é uma das minhas preferidas porque já estive afundado, impotente diante da força do destino. Fracassado, derrotado, decepcionado com Deus.

Tenho convicção que fui reerguido pela mão de Cristo e de sua “igreja orgânica”. Fui resgatado, salvo, renovado em meio às lágrimas. Encontrei-me mais forte e destemido. Confiante no meu Deus e na vida que Ele me deu.

Pedro perdeu o foco. Seus olhos não estavam mais em Cristo e sim, no forte vento, então sentiu medo e duvidou dele mesmo.

Todos nós podemos sentir o vento, mas onde está o seu foco? A sua bíblia encontra-se empoeirada? Os seus joelhos encontram-se dobrados para oração? Onde está o seu coração e a sua esperança?

“Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação.” Habacuque (3:17-18)

Cooperador de Cristo.

Disciplinas espirituais #2 – oração

A oração é uma conversa com Deus a respeito daquilo que estamos fazendo juntos.

Dallas Willard

Na última terça-feira iniciei uma série de posts sobre disciplinas espirituais e a relação com Deus através delas. Escrevi sobre leitura. Hoje dou continuidade escrevendo sobre oração.

Aprendi que a oração, junto à leitura, é o pilar do relacionamento com Deus. Se com a leitura conhecemos a Deus, com a oração nos fazemos conhecidos por ele. Nos colocamos com nossos pedidos egoístas, com nossa compaixão pelo outro através da intercessão, somos gratos e glorificamos a Deus.

high-five
Isto é um high five que você faz com Deus ao orar, não o símbolo de oração nos teclados de smartphones.

Durante parte da minha caminhada com Cristo questionei sobre a necessidade de orar a um Deus onisciente. “Se ele já sabe, por que orar?”. Descobri logo depois que a oração é permitir que Deus trabalhe na minha vida e participar deste trabalho junto com ele. “Mas se ele já sabe de tudo e ainda tenho pedido para que ele cuide, por que nem todas as minhas orações são aceitas?”. Fui ensinado pelo amigo Selmão que Deus não é o responsável pelo mal que há no mundo, que desde a queda da humanidade pelo Pecado tudo tende ao caos e que Deus tem trabalhado pelas pessoas e pelo seu bem, apesar do mal. Tem ainda outra questão envolvida nesses pedidos sem resposta. Meu amigo Martins brinca ao dizer que Deus tem quarto respostas básicas aos nossos pedidos: “Sim”, ” não”, “espere um pouco” e “você está me’ zuando’, né?”. Concordo com ele que há pedidos que aparentam espiritualidade profunda e que na verdade escondem exigências egoístas dirigidas a Deus. Reconheço, ainda, que não sei tudo sobre o assunto e que para mim há pedidos sem respostas em que o aparente silêncio de Deus é incompreensível. Nesses casos eu simplesmente continuo a orar.

Por algum tempo acreditei que era minha oração que fazia com que Deus agisse naquilo pelo qual orava. Mudei de visão com a resposta do Dallas Willard que coloquei no início do post: quando oro concordo com Deus a respeito de algo que ele já vai fazer. É muita prepotência crer que Deus vive parado em estado de inércia e só se coloca em movimento em função dos meus pedidos. Orar é ter o privilégio de tentar entender o que Deus faz e perceber esta ação dele no nosso cotidiano. Ação esta que poderia passar despercebido.

Tenho por hábito orar pela manhã. Penso que assim começo meu dia pelo que há de mais importante nele, minha relação com Deus. E entrego em suas mãos tudo o que poderia me deixar angustiado ao longo do dia. Com a paz que excede todo entendimento tenho forças para encarar as batalhas do dia que se seguirá. Confesso que tenho dificuldade com sono. Muitas vezes acordo já na hora de ir para o trabalho e não consigo ter o tempo de oração com a qualidade que gostaria de ter. Como enfrento a mesma dificuldade pela noite ao deitar, prefiro manter o tempo pela manhã. São muitas coisas pelas quais orar caso esteja realmente interessado em contar tudo o que se passa na minha mente e no meu coração para Deus. Assim, aprendi que dividir em assuntos é uma ótima maneira de orar por tudo sempre é com tempo razoável para cada uma delas. Meu critério de divisão são as prioridades da minha vida pelos dias da semana. Na segunda-feira oro pela relação com Deus, na terça pela família, na quarta pelo trabalho, na quinta pela minha namorada, na sexta pelo ministério que quero ter com Deus e pessoas, no sábado pelos amigos e domingo tenho oração livre. Não que seja livre somente domingo. Em outros dias da semana também oro livremente, mas procuro lembrar destas prioridades e orar por elas. A divisão ajuda muito, mas traz em si um perigo. É necessária disciplina. Caso deixe de orar algum dia da semana por alguma prioridade, só oraria por ela na outra semana e ficaria 15 dias sem conversar com Deus sobre aquilo, o que para meus padrões é muito tempo.

Concluo com meu pedido de oração: que Deus nos ajude nas nossas dificuldades em orar.
Deixo o link do post da semana passada sobre leitura e um post antigo que escrevi sobre oração.

A Rocha que é mais alta do que eu

Como bons seres humanos, às vezes nos sentimos inseguros, desanimados, cansados e sem esperança com a vida. Nosso coração parece estar despedaçado.
Com Jesus também foi assim. Em seu leito de morte chorou, banhado em suor e sangue. Abandonado por todos, inclusive os melhores amigos.

O que fazemos quando estamos com medo, com dúvida, nos sentindo desolados, desconsolados?

Jesus nos ensinou o caminho da oração. Aquela oração verdadeira, que derrama o coração diante do Pai, com toda sinceridade possível, até mesmo dos mais íntimos pecados.

Assim bem escreveu o salmista:

“Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu”

Salmos 61:2

Minha oração hoje é para que nossa relação com Deus não seja superficial, mas sim profunda. Oro para que Deus nos ajude a entender, assim como Jesus fez, que o verdadeiro consolo só pode vir dEle. Que Deus seja nossa rocha que nos leva mais alto do que poderíamos ir sós.

Forte abraço, até a próxima.

Meditações no silêncio

Especulo que para compreender sobre o deus com que se relaciona é necessário dar atenção aos próprios sentimentos.

Conceitualmente, creio, não seremos muito divergentes. Se perguntados sobre quem é Deus e quais seus atributos, acredito que diremos coisas bem semelhantes. É contudo verdade que ao me direcionar a Ele meus sentimentos revelem pressupostos insondáveis sobre os quais me apoio, os quais serão bastante diferentes do que prego ou penso.

Por que a diferença entre o pensar e o sentir? E qual o mais verdadeiro?

Ora, creio que ambos são verdadeiros e igualmente relevantes, se bem compreendidos.

Se o pensar pode ser questionado pois pode ser confrontado com a revelação divina, os sentimentos não precisam ser julgados corretos para serem verdadeiros. Eles estão ali. Eles não atestam a verdade externa, não mostram quem é Deus. Eles mostram nossa visão humana de um deus, a qual acreditamos ser verdadeira.

Precisamos calibrar nossa visão, confrontar nosso sentir com o nosso pensar. Estou me sentindo culpado por essa e essa razão. “Deus me cobra, Deus exige…”. Estou bem, não tenho pecado ultimamente “Sou merecedor de bençãos, Deus me aceita…”. Será que algum dos dois é verdade? Sabemos que não! Mas por que tão frequentemente sentimos assim? Se sabemos que Deus nos ama como somos, por que precisamos de tantas e tantas coisas para nos sentirmos bem e aceitos? Beleza, magreza, riqueza, ostentação de bens, de amigos e de felicidade…

Não tenho respostas para isso, mas a incoerência é clara em minha vida!

Possamos ser transformados pelas verdades eternas que aprendemos em Cristo. Sejamos libertos e vivamos a vida plena.

Convite desafiador

Enquanto caminhava na minha leitura bíblica do Apocalipse, uma epifania… Tente visualizar essa cena!

O Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, abre o 7º selo. Silêncio no céu por cerca de 30 minutos. De repente, anjos aparecem na visão de João. Eles têm trombetas na mão.

Mais um anjo aparece e fica de pé, na frente do altar. Ele têm em sua mão um incensário de ouro. (Incensário era o objeto que ficava dentro do templo, como o próprio nome diz, onde os judeus colocavam incenso e o ofereciam à Deus.)

Foi dado ao anjo que tinha o incensário, grande quantidade de incenso que era, na verdade, as orações de todos os santos. E da mão do anjo, subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos.

O anjo toma o seu incensário, enche-o de fogo que encontrara no altar e o atira à terra. Quando isso ocorre, trovões, vozes, relâmpagos e terremoto surgem como resultado do incenso apresentado pelo anjo. (Ap.8:1-6)

Sabe o que tudo isso significa?

Que sempre quando você ora, suas orações sobem à Deus como incenso e, do altar que se encontra nas regiões celestiais, a repercussão é inevitável. Você ora e coisas acontecem aqui em baixo, como resultado das suas orações!

Sabe o que tudo isso provocou em mim?

Um maravilhoso e desafiador convite à oração. Interrompi a leitura e pensei: “Acho que não compreendo o mistério da oração.” E comecei a orar…

Quem ora, consegue mexer no céu!

E quando mexemos no céu, as coisas aqui embaixo não permanecem como antes…

Você é uma pessoa de oração?

Grande abraço!!!