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Jeito surpreendente

Eu não consigo parar de me maravilhar com as Escrituras Sagradas. Elas não param de fazer sentido e têm a capacidade de explicar a vida de uma maneira que nada, nem ninguém nesse mundo, consegue fazer.

Preste atenção no que você irá ouvir:

Pedro havia sido preso por Herodes. Estava no cárcere sendo vigiado por 4 escoltas de 4 soldados cada uma. Um total de 16 guardas, ou seja, uma situação humanamente impossível de qualquer possibilidade de mudança.

Mas, havia oração incessante a Deus por parte da igreja a favor dele. É isso que está escrito em Atos 12:5

O restante do texto revela uma intervenção sobrenatural de Deus. Um anjo liberta Pedro da prisão e o apóstolo vai até a casa de Maria, justamente onde as pessoas oravam por ele. Ao bater na porta, a criada que veio atender, ouvindo a voz de Pedro, ficou tão alegre que não abriu a porta. Correu para avisar aos outros que Pedro estava chamando no portão.

Sabe o que as pessoas disseram?

1°) Você está louca!

Ela, porém, insistia.

2°) Não é Pedro. É o seu anjo!

A grande ironia desse trecho, é que as pessoas que oravam fervorosamente para que Deus fizesse algo, ao receberem a notícia de que Pedro estava liberto, recusaram-se a aceitar que o Senhor tinha respondido às suas orações.

Sabe por que estou contando isso?

Porque durante muito tempo, eu me encontrava desacreditado e sem esperanças. No entanto, nunca parei de orar. Confesso que orava por algo que, para mim, era uma grande utopia! Depois de tamanha frustração, como eu poderia me apaixonar de novo?

Até que, de jeito surpreendente, alguém bateu a porta. Assim como Pedro, parecia ter sido trazida por Deus. Ao constatar quem era, a alegria encheu meu coração e a minha maior luta tem sido acreditar que tudo isso é verdade.

Que você não dependa da fé para continuar orando. Ore, mesmo se estiver imbuído de incredulidade e tudo parecer uma grande utopia. E quando ouvir as batidas na porta, não hesite em abri-la. Deus não depende da sua fé para agir…

Um grande abraço!!!

Post dedicado a Ana Luisa Pos dos Reis. Obrigado por não ter desistido de querer entrar, mesmo estando diante de uma ‘porta’ tão emperrada.