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Amizade

A partir desta semana, meu amigo Homero e eu trocamos o dia de postagem no blog. Eu passo a escrever na quarta e ele na quinta-feira.

Homero não é somente um amigo. Ele é um irmão em Cristo, um pai na fé, amigo amado, chegado como irmão. Ele é padrinho de casamento, confidente, conselheiro, um homem admirado por mim e por minha casa.

Como disse alguém muito sábio, entre verdadeiros amigos de fé há terra santa.

Eu sou grato pela vida dele e por toda sua família, por seu ministério e pela nossa amizade.

Espero que todos possam ter a oportunidade de encontrar na vida, um amigo como o meu, que me amou sempre e me buscou no fundo do poço. Obrigado amigo.

Jesus tinha bons amigos. Ele os amava e deu sua própria vida por eles, e é interessante observar que seus amigos também deram suas vidas por esse amor. Uns viveram por ele. Outros morreram por ele. Judas, o traidor, que também foi chamado de amigo por Jesus, não compreendeu o perdão, e amargurado, encheu-se de culpa e se matou.

Jesus continuou fazendo amigos que continuaram vivendo e morrendo por ele. Ele quer ser nosso amigo, e deu sua vida por nós.

Espero que possamos retribuir esse amor vivendo nossas vidas por Ele, através Dele e para Ele. Que Ele nos conduza à Terra Santa e possa nos chamar de amigo.

“Em todo o tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.” Pv 17:17

Obrigado Senhor Jesus, pela sua amizade.

Cooperador de Cristo.

Sobre amizade

Há amigo mais chegado do que um irmão! É assim que a Bíblia fala sobre amizade. Algo valioso, precioso, dádiva de Deus… Algo que tem um valor imensurável!

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Foi assim entre Davi e Jônatas! A amizade excedeu o limite do tempo e trouxe impacto nos filhos de cada um deles… Respingou na geração seguinte, porque a amizade é capaz de transpor o chronos.

Foi assim entre o paralítico e seus amigos! A amizade o levou aos pés de Jesus e sua vida foi radicalmente transformada. Cura, pecados perdoados e vida nova. Eu sempre acho que, amigos de verdade, são aqueles que te aproximam de Cristo… Você possui amigos de verdade?

Na parábola mais difícil(pelo menos na minha opinião) contada por Jesus, ele faz a seguinte recomendação:

“E eu vos recomendo: das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos.” (Lc.16:9)

Eu posso estar redondamente enganado, mas para mim, é como se Jesus estivesse dizendo: “Esse é um mundo alicerçado em iniquidade! O pecado será presente até que tudo seja transformado. Enquanto vocês vivem nesse mundo e são rodeados pelas coisas desse mundo, façam amigos! Com tudo aquilo que vocês tiverem em mãos! Você tem uma boa casa, tem um carro, conseguiu adquirir um sítio ou uma casa na praia? Use todas estas coisas para construírem amizades verdadeiras! Aliás, de que adianta ter um monte de coisa sem ter com quem dividir?

“Façam amigos”, aconselha Jesus. Por uma razão muito nobre…

“… quando essas coisas não mais existirem ou faltarem, esses amigos receberão vocês nos tabernáculos eternos.”

Quando chegar lá, podemos chegar sem nada, mas não podemos chegar sem amigos! É surpreendente imaginar a nossa chegada na vida eterna em meio aos aplausos e abraços dos nossos amigos. Vai ser sensacional! Já imaginou quão frustrante seria, chegar lá sem ser recebido por ninguém?

Sabe o que mais me fascina?

De todas as relações humanas que podemos construir, a única relação que a Escritura afirma que ultrapassará os portais da eternidade é a relação entre amigos!

Marido e esposa, patrão e empregado, tio e sobrinho, síndico e porteiro, primo e prima, namorado e namorada, avô e neta, padrinho e afilhada… Nenhuma dessas relações será mantida! Só sobrarão os amigos!

Por isso, não faz sentido ser apenas marido, namorado ou padrinho! É imprescindível que haja amizade em cada uma das nossas relações, independente de qual seja. Já reparou como o casamento fica ainda mais extraordinário quando os cônjuges são amigos um do outro? 

Jesus fez questão de dizer aos seus discípulos: “Vocês são bem mais do que meus servos, sabiam? Vocês são meus amigos!”(Jo.15:15)

Talvez, por isso, o Reino de Deus seja considerado um reino de amigos e o conceito de “inimigo” é insustentável! (Mt.5:43-44)

Já parou pra pensar que a Bíblia afirma que somos filhos de Abraão e ele foi chamado amigo de Deus? Os amigos do meu pai gostam de mim e eu gosto deles!

Minha oração é para que Deus nos ajude a experimentarmos amizade em todas as nossas relações, inclusive com Ele, porque não resta dúvida que isso é coisa Dele.

Esse post foi escrito enquanto eu estava em Campinas, experimentando durante uma semana, o prazer de uma amizade que não consegue ser diluída pela distância. A maneira como fui recebido aqui me causou um constrangimento digno de agradecimento público! Dedico, portanto, esse post ao meu grande amigo Felipe Thomaz de Alvarenga e meu mais sincero “muito obrigado” por sua amizade! É bom quando o “tamo junto” é para sempre… 

A viagem

Uma viagem incrível! Caminhos e paisagens nunca antes explorados por eles. De início tímido, ainda um pouco sem jeito, a aventura começara. Se puseram em várias situações desnecessárias por conta da comum imaturidade para com a vida. A juventude apronta essas coisas… Dificuldades infantis, soluções imaturas e aprendizados eternos. Uma grande amizade que, criada nos padrões do Reino, ou buscando os padrões deste, se tornou importante, ou até mesmo fundamental para a vida de cada um. Ao mais experiente deles, ainda que muitas vezes apenas em idade, cabiam algumas decisões, conselhos e exortações pontuais. Daquele que passou a ser visto como referência os jovens aprenderam um pouco mais sobre a vida, sobre ser cauteloso, sobre misericórdia e sobre como buscar ao Pai, enquanto ele, daqueles que passaram a ser vistos como filhos, aprendeu a se apaixonar pela vida, a ser mais ousado e corajoso, a buscar e pular dos lugares mais altos, a valorizar cada amizade e a dar a vida por elas.

As trilhas os levaram a lugares maravilhosos. Às vezes era muito difícil de se chegar ao destino, mas o que este os reservava fazia valer todo o esforço. Sentiram frio na alma, e tiveram que se aquecer, se ajudar, se unir. Às vezes um ficava pelo caminho, um pouco mais afastado, e era preciso parar, gritar e esperar.

Traziam consigo marcas e machucados, que vez ou outra doem, impedem movimentos, dificultam a caminhada. Nessas horas a mão e o impulso do companheiro eram importantes para se chegar aos lugares mais altos.

Pode-se dizer que por pouco não se perderam. O caminho era ainda desconhecido, e se torna mais difícil quando várias opções se apresentam à sua frente e você tem que escolher por alguma delas. Desviaram-se, caíram em buracos, erraram a trilha e se perderam. Mas nunca foi tarde para voltar! O sol a pino dava a cada um deles a chance de dar meia volta e retornar ao caminho correto, aquele que os levaria para a casa.

E a amizade cresceu, se desenvolveu. Os meninos foram se tornando homens. Pai e filhos se tornaram irmãos, companheiros na caminhada da vida.

Muitos anos se passaram, até que decidimos viajar juntos. Chagamos na Serra do Cipó! De lá, decidimos nos aventurar e seguir viagem, de carona, para a Lapinha da Serra. Armamos acampamento, organizamos as nossas coisas. Conversamos, confessamos uns aos outros os nossos pecados, buscamos juntos ao nosso Deus, descobrimos juntos um pouco mais sobre Ele e um pouco mais sobre nós mesmos. Colocamos algumas coisas no lugar, tomamos decisões juntos, pulamos da pedra e nos colocamos de volta no Caminho (sabe, é sempre muito importante se avaliar, dar meia volta, e retomar o Caminho).

Os pirralhos do meu primeiro grupinho se tornaram meus amigos! Os meus “filhos” se tornaram meus “irmãos”. Olhar para a nossa história me faz agradecer a Deus pelo privilégio que é poder cuidar e participar de outras vidas, mesmo não sendo nada merecedor disso. Olhar pra vida deles me faz querer viver isso com mais pessoas, me faz querer continuar “indo e fazendo discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer tudo o que Jesus nos ordenou”.

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Caras, olhar para a vida de vocês me faz ver que Deus é real, e que realmente não existe maior amor do que dar a vida pelos irmãos. Que juntos nos tornemos discípulos cada vez mais parecidos do nosso Mestre.

 

Ubuntu

A palavra que dá nome a esse post (Ubuntu) se tornou conhecida por se tornar o nome de um sistema operacional da Linux. Mas o significado dessa palavra africana (do povo Banto) é bem rico! De forma simples podemos dizer que o significado é “cuide e torne-se amigo”. Creio que essas duas ideias não podem andar em separado, a amizade requer cuidado! O cuidado vem de amigos! Triste é pensar quantas pessoas não vivem “Ubuntu”! Quantas pessoas estão distantes dessa realidade!

Alguns historiadores datam o início da vida em comunidade do fato dos seres humanos começarem a se ajudar em seus problemas (geralmente de ordem física). Existem casos que a arqueologia prova o cuidado de pessoas que quebraram suas pernas, associando esses fatos ao início da vida gregária! Infelizmente o homem moderno tem rejeitado a necessidade de comunidade em detrimento de um individualismo cada vez maior! Pior ainda é ver que o lugar onde a comunidade teve maior responsabilidade e força – A Igreja – tem perdido o interesse, com muitos de seus participantes se preocupando somente com seu bem estar, sem olhar para o lado!

Que possamos viver “Ubuntu”! Que possamos cuidar, que possamos ser amigos!

 

“Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.”  Desmond Tutu
                                                                                                                                                                                                                                                
*Gostaria de agradecer e dedicar esse Post àqueles que me desafiam a viver Ubuntu: Obrigado a todos vocês do grupo Caiçara!
Abraço e até a próxima! 

A primeira oração de Paulo

A oração que Deus responde

Uma questão muito me intriga no cristianismo. Qual a oração que Deus responde? Em João 14 Jesus diz que é para pedirmos que ele nos atenderá. Quando li pela primeira vez comecei a pedir tudo, mas infelizmente não obtive tudo quanto gostaria de ter recebido. O apóstolo Tiago nos escreve que não recebemos porque não pedimos. E que pedimos mal, para gastar em nossos prazeres. Ah, então não é toda oração que Deus responde? Passei então a pedir apenas aquilo que iria me edificar ou que julgava necessário para mim. Então li em Mateus 6 que Deus já sabia das minhas necessidades antes mesmo de pedir. Para que orar, se Ele já sabe e já tem cuidado? Não deixei de orar totalmente, mas já não fazia os pedidos como nos primeiros tempos. Sem que escolhesse, a ansiedade tomou conta do meu coração. Neste momento vi o que Paulo disse aos filipenses – para que deixassem que Deus conhecesse seus pedidos e assim poderiam desfrutar de paz. Agora oro a um Deus que já sabe do que eu necessito e já está a trabalhar por aquilo? Sim! Eu só ganhava em relacionamento e ficava com a sensação de ter lhe entregue minha vida através da oração. Ainda assim algo que me incomodava. Será que Deus está preocupado com meus pedidos? Será que Ele quer ouvir o que tenho a dizer? Será que minhas preocupações são importantes para Deus?

Esta semana tive a oportunidade de reler em Atos 22 como Paulo descreve seu primeiro contato com Cristo e refletir acerca da oração. Ele fora preso no Templo em Jerusalém pelos judeus e levado à fortaleza por soldados romanos. Antes de nela entrar, pediu para que pudesse dirigir a palavra ao povo que o havia acompanhado no meio do tumulto. Autorizado, ele descreveu a respeito de sua fé. Sempre me chama a atenção como ele interpreta sua primeira reação diante de Cristo – quem és tu, Senhor? Que devo fazer?

Por vezes minha oração é vazia de sentido porque só eu falo, na verdade apenas vomito o que tenho para dizer a Deus. E, correndo para sair para a faculdade ou para o trabalho, “entrego” tudo nas mãos de Dele. A oração de Paulo tem me inspirado para que eu deixe de ver apenas o que eu quero e passe a considerar o que Deus quer de mim e, principalmente, quem é este Deus que quer algo de mim. Assim, verdadeiramente ganho em relacionamento ao orar. Deus deixa de ser o “Gênio da lâmpada” e passa a ser o amigo que imagino que seja meu. Paro por aqui, porque tenho aula agora e preciso conversar com meu Amigo antes de sair de casa para mais um dia vivendo a vontade do Pai.

Me conte como é seu relacionamento com Deus através da oração, compartilhe suas experiências. Até a próxima!

Mais Chegado que Irmão

Obrigado pelo olhar no olho. Mesmo ouvindo minhas histórias. Os meus pecados, minhas falhas. Pelas lembranças de anos atrás. Obrigado por compartilhar comigo do seu mundo. É tão interessante ouvir da sua perspectiva. Obrigado também por ouvir do meu e se interessar.

Obrigado pelas refeições em sua companhia. Obrigado pelas orações pelo alimento. Pelas outras orações tão frequentes e significativas, cheias de cuidado e que procuravam me ajudar. Obrigado também pelos seus pedidos de oração. Obrigado pelo privilégio de poder orar por você, participar tão intimamente da sua vida. Orar pelas suas dificuldades, agradecer pelas suas vitórias, pedir a Deus pelos colegas da faculdade e familiares.

Obrigado pelas santas ceias. Obrigado pelos sonhos do futuro. Pelas risadas.

Pela comunhão. Pela amizade.

Abraço

Quem são meus amigos

Segunda-feira, 07 de março de 2011, 4:37, madrugada. Recebi a árdua tarefa de publicar algo na quarta-feira de cinzas, após o feriado nacional de carnaval, a festa da carne. Não sabia ao certo o que escrever, visto a dificuldade de tratar deste tema de maneira produtiva e sem ofender os colegas leitores. Pensando nos momentos que vivi, quis escrever sobre o que me edificou esta noite e que lhe fez valer todo o feriado que, em um primeiro momento, seria profano. Vou falar sobre meu conceito de profundidade na amizade.

Sou conhecido no meio em que vivo pela quantidade e qualidade das minhas amizades. A grande verdade é que nem todos os que andam comigo são meus amigos e tenho percebido cada vez mais isto. Amigo, segundo sempre pensei, são as pessoas com as quais me sinto à vontade para curtir uma boa noite e, principalmente, para quem posso ligar em uma difícil noite da minha vida. Refletindo um pouco mais, descobri que minhas amizades vão um pouco além e que meu amigo é aquela pessoa que partilha da minha vida e quer compartilhar a sua comigo. Não só isto. Acabo de avaliar que meu amigo de verdade não é aquele que simplesmente me conta da sua nova decisão, mas que quer saber minha opinião (e de outros amigos, claro) a respeito dela previamente. Meu amigo é aquela pessoa que não se importa de me dizer a verdade sem o medo de que eu me afaste dela. Muito mais, é quem quer me dizer a verdade sobre ela sem exigir que eu faça um sorriso amarelo e finja que o aprovo em tudo. Meu amigo não me evita a todo custo em relação a algo sobre o qual sabe claramente que penso que lhe faz mal. Meu amigo é a pessoa que me interpela e que se sente feliz quando exprimo minha verdadeira opinião a respeito daquilo que ela compartilha comigo.

Em toda amizade sincera há a divergência de ideias e o confrontamento advindo disso. Pode ser que a outra pessoa simplesmente va fazer algo diferente daquilo que o amigo pensa por não acreditar nas ideias idênticas á do outro. Nem precisa concordar com tudo, isto seria no mínimo estranho.

Foi assim na bíblia com aquele que foi conhecido como o amigo de Deus. Ele interpelou a Deus quando pensou que este estava agindo contra o combinado entre eles. Deus, por sua vez, o interpelou quando o patriarca duvidou da sua promessa. É nítido ver o quanto eram verdadeiros amigos e a liberdade que tinham de discordar e deixar claro suas convicções. Claro que Deus estava certo e demonstrou que sua discordância tinha maior respaldo do que a do desconfiado Abraão.

É triste ver muito perto de mim um corporativismo crescente em que uns passam as mãos na cabeça dos outros e compram brigas de maneira cega. Os fatos não são mais questionados, mas sim do lado de qual amigo você está. Evito problemas sendo superficial, afinal, quando questiono meu amigo sobre algo em sua vida automaticamente abro uma enorme brecha para que ele me fale algo sobre mim. Por medo de me expor, vivo fingindo que não vejo o que vai mal com o outro. Cumplicidade pura e simples nunca foi e jamais será sinônimo de amizade.

Penso a respeito disso pelos papos que tive neste carnaval e o quanto fiz questão de os ter tido. tanto nas vezes em que pude “desabafar”, quanto nas oportunidades em que minhas convicções foram solicitadas. Não acredito que deva ser amigo de todo mundo e que todos queiram me ouvir e falar comigo sobre as minhas e suas coisas íntimas. Ao mesmo tempo, é bom saber que não sou convidado a apenas balançar cabeça para cima e para baixo cada vez que a palavra é dirigida a mim. Dedico este post aos amigos que partilharam deste precioso e prazeroso momento e de suas vidas comigo.

Ore por mim

“Estou estranho.” É o que ouvem meus amigos que hoje me procuram querendo saber do momento que pelo qual passo. E quem é meu amigo de verdade sabe que a próxima expressão que direi é “ore por mim”.

Quando acontecem grandes catástrofes as pessoas fazem campanha na TV em busca de dinheiro, de roupas, de alimentos. Muita gente se mobiliza para ajudar de maneira prática – tanto voluntários, como aqueles que trabalham em profissões de ajudar pessoas. Há também, no meio disso tudo, alguém que faz algo maior, ele ora. Nem sabemos onde, como e quem, mas com certeza tem feito a diferença. Foi assim que aconteceu com um amigo de Jesus.

Seu nome não é importante, ele não é nem mesmo percebido aos olhos dos leitores mais apressados. Não foi importante por sua profissão, seu status ou seus títulos, mas sim pelo que fez.

João assim descreveu: “Então as irmãs de Lázaro mandaram [alguém] dizer a Jesus: ‘Senhor, aquele a quem amas está doente’” (grifo nosso)

Alguém levou o pedido. Alguém percorreu o caminho. Alguém foi até Jesus em nome de Lázaro. E, uma vez que alguém foi até ele, Jesus respondeu.

O amigo não baseou seu pedido no amor de quem precisava de ajuda, mas sim do amor perfeito do Salvador. Ele diz “aquele a quem amas”. O poder da oração não está naquele que necessita dela, mas sim Naquele que a escuta.

Hoje quero que você ore pelo meu relacionamento com Deus e pela minha família, pelo que tem acontecido comigo e na vida dos que vivem comigo. Quero ainda que ore pela minha faculdade, pelo meu estágio e futuro profissional. Quero ainda que se lembre daqueles com quem tento dividir o que tenho aprendido, quando faço com eles estudos da Bíblia e andamos juntos. Quero que não se esqueça de pedir para que Deus cuide do meu coração e da pessoa com quem vou namorar. Quero que você ore pelos amigos, pessoas por quem tenho tanto amor.

É tão difícil conseguir um horário na agenda de alguém no contexto em que vivemos. A pessoa tem de estar disposta a deixar tudo de lado para nos ouvir. Deus está com o horário livre para nós hoje! E mais, Ele leva a sério aquilo que é dito. Ainda que não conheçamos as palavras mais bonitas, ainda que não articulemos de maneira legal o que desejamos falar, ainda que usemos um monte de jargão – Ele vai ouvir! Foi assim quando estava cansado e saiu com seus discípulos para outra margem do Mar da Galileia. Ao chegar lá encontrou uma multidão e deixou seu cansaço de lado para estar junto daqueles que necessitavam (Marcos 6:31-44). E fez mais, saciou a fome deles multiplicando cinco pães e dois peixinhos.

Tirei parte das ideias deste post do Max Lucado, no livro Dias melhores virão. Escrevi isso só para que se lembre que sua oração é importante para mim. Para terminar, não poderia deixar de lhe fazer uma pergunta: Pelo que quer que eu ore por você?