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666

Vivemos em um mundo onde existem, em vários tipos de segmentos, a tentativa de copiar. Para tudo temos um “genérico”. substituir o original por algo “tipo” o original. João alerta para esse risco no seio da Igreja. Um inimigo interno, retratado metaforicamente no texto de apocalipse:

“Então vi outra besta que saía da terra, com dois chifres como cordeiro, mas que falava como dragão…

…E realizava grandes sinais, chegando a fazer descer fogo do céu à terra, à vista dos homens…

…Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa,
para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis. ”

(Apocalipse 13:11,13,16-18)

Uma besta como um cordeiro, mas com voz de dragão! O inimigo rivalizando com o verdadeiro cordeiro – Cristo. Tentando atrair a atenção, a adoração, praticando sinais e comercializando a fé! Deixando sua marca na vida das pessoas.

O judeu era conhecido por zelar muito por um texto básico de fé, chamado “Shemá” (“ouça o Israel”), era uma confissão de fé. O texto é do livro de Deuteronômio:

“Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor.
Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças.
Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração.
Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.
Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa.”
Deuteronômio 6:4-8

Ame a Deus como o único Senhor!!! É a confissão básica do Judeu! Era um texto tão importante que, no verso 8, é pedido para que eles amarrem um pequeno pergaminho da confissão em umas cápsulas (chamadas filactérios) e colocassem na testa e braço/mão. Essa era a marca do judeu!!!

 

A marca da besta é uma tripla tentativa de ser perfeita (666 ao invés de 777 – número da perfeição divina para um judeu), ela deixa sua marca naqueles que deixam de olhar e se relacionar com o único cordeiro verdadeiro – Cristo! E passam a ter como marca a adoração de si mesmo ou de outros deuses genéricos. Mercantilizam a fé, amedrontam seus seguidores e tudo na base do engano!

O que você tem carregado em sua testa e em sua mão? qual é sua confissão de fé? Com que cordeiro você se relaciona?

O cristão também tem a sua marca! Amor! Amor ao Deus único e verdadeiro que nos leva ao amor ao próximo! É isso que ele leva para todo lado, como um “pequeno Cristo”!

Que possamos seguir atentos à pureza do Evangelho, lutando contra os enganos da besta!

Abraço e até a próxima!