A primeira segunda-feira do ano

Hoje é o primeiro chamado dia útil do ano. Espero que para você também tenham sido úteis os três anteriores, como foi para mim.

Há um ano corria uma piada no meio financeiro. Ao invés de desejarem um feliz 2015, já falavam feliz 2016 pois o ano que estava por vir trazia maus presságios econômicos, de modo que já estava perdido. De fato, o Brasil viveu uma crise séria em 2015 e, adicionado a isso, desastres, epidemia, política escandalosa. Isso tudo me fez muito mal, pessoalmente. Uma expressão latina seria adequada para as retrospectivas da mídia: Annus Horribilis.

O calendário girou e temos a impressão de que agora temos novas esperanças, uma chance de recomeço, uma página em branco para escrever. Sempre me pergunto: será que é mesmo assim? Será que a mudança do ano nos engana? Nos ajuda a postergar a decisão? Ou será que devemos sim aproveitar este auê para se engajar na mudança? Acabo sempre preferindo a segunda opção. Precisamos de mudança urgente!

E um bom começo pode ser a mudança de perspectiva. Olhemos o mundo não do ponto de vista dos índices macro-econômicos, das manchetes e da crise. Confiemos em Deus. Façamos todos os dias verdadeiramente úteis. Enfrentemos os desafios com mais oração, menos desespero e choro. Menos reclamação. Façamos todos os anos Anno Domini. O Ano do Senhor.

 

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