A fé que opera

Moisés estava num monte.

Samuel estava dormindo.

Pedro estava num barco.

O que eles têm em comum? Ouviram um chamado. Não importa onde estavam e não interessa se estavam descansando, se divertindo ou trabalhando. Importa se obedeceram com fé a quem estava chamando.

E não apenas ouviram. Eles obedeceram com a fé que opera, que age, que faz, que se move, que acorda, que experimenta o improvável. A fé viva. O debate nunca foi “fé x obras”, mas “fé viva x fé morta”. Em Cristo, o que tem valor é a fé que opera pelo amor (GL 5.6). A fé que opera.

Estamos na cultura do conforto e queremos exercer a nossa fé para que Deus se mexa, faça milagres e cure pessoas, mas a fé daqueles homens os tirava do conforto, de sua condição de inoperância para serem usados pela mãos de Deus.

A fé morta não tem consequências, não dá fruto. A fé viva tem consequência: a obediência. Essa mesma que transforma, que liberta povos da escravidão e que ouve a voz de Deus mesmo quando dormindo, que anda sobre as águas.

Se você diz que crê, mas não sai do barco, fique atento. Sua fé pode estar dormindo ou pior: pode estar morta.

2 comentários sobre “A fé que opera

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