Encontro

“E trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal…” Romanos 1:23

Creio que uma das imagens que o homem esteja criando no que se refere à relação com Deus é a do “encontro”.
Do encontro religioso entre homem e Deus sai o homem cheio de si, regozijante, pleno, satisfeito. São esses “encontros” que por aí brotam em testemunhos sob os mais variados grupos cristãos e grupos “espiritualistas” em nossa sociedade. No entanto, se passarmos pelo crivo da Bíblia, poderíamos afirmar (ou duvidarmos muito) se isso não seria um falso encontro com Deus ou um encontro com o “Não deus” criado segundo a semelhança “do homem mortal”.
Creio que encontros verdadeiros com Deus nos tira pretensões, quebra arrogância, auto-suficiência, a piedade religiosa, a fé vencedora. Esse encontro nos chama a pensar a falta, nos traz novas compreensões, novos deveres e serviços. Foi assim com Moisés (que esconde seu rosto e coloca suas fraquezas), foi assim com Jacó (que temeu aterrorizado), com Isaías (que se avaliou negativamente perante Deus), com Paulo (caiu por terra em cegueira, perguntando “que queres que eu faça?”). Todos feito em um contexto de muito temor e respeito!

Encontros esplendorosos entre o cristão “pop” e o Deus “rastafari” não me convencem e creio que não convenceriam nenhum desses homens acima!

Que tipo de “encontro” você tem tido?

Abraço e até a próxima!

Homero Castro

Sobre Homero Castro

Nome: Homero Resende Castro Nasci em 1979 em Belém do Pará, moro em Belo Horizonte desde 1989. Sou formado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais. Desde 1999 trabalho como missionário na associação Alvo da mocidade. Eu e minha maravilhosa esposa, Camila temos duas filhinhas lindonas, Helena e Elisa, e uma sapeca cadela chamada Leona.

2 comentários sobre “Encontro

  1. Forte hein Homerão. Obrigado por me fazer refletir sobre meus encontros e meu temor diante do Pai.
    Abração

  2. Quando substituímos a glória do Deus imortal, criamos deuses à nossa própria conveniência…

    Muito bom, Homerão!

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