(DES)CULPA: um alívio necessário

Colocaram a culpa nas estrelas e logo se esqueceram. Do choro, do medo, da história. Voltaram para casa, convencidos da injustiça da vida ao contrário da justiça da morte.(http://www.outrasfronteiras.com.br/blog/aculpaeminha)

Tentamos preencher o vazio de perguntas sem respostas com a culpa. Culpa de alguém. Não bastante seriam as estrelas, quanto menos eu mesma.

Dona de todas as histórias e sonhos do mundo. Alguns mais longos outros mais curtos, simples ou pomposos, tristes ou felizes, famosos ou ordinários. Ela eu conheci primeiro, sem ter na memória a primeira vista, sei que foi a primeira. Não conheço que não tenha a conhecido, se não a conheceu não existiu. Se deixou de existir, conheceu. Todos a carregam bem no peito e de tão cegos acreditaram tê-la, fizeram-se donos sem mesmo poderem deterem-na, mas o fizeram. Donos da própria e da dos outros, uns mais da sua outras mais do outro. Fizeram dela deusa, para a maioria, o bem mais precioso a todo custo_ espaço, tempo e dinheiro.

Carrega como justiça seu próprio fim, mas prometeram-lhe a eternidade. & Se hoje falo dela, é porque não me convenci da sua injustiça.

Do pecado a culpa que leva à morte. Da graça (des)culpa que traz de volta a vida.

E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. (1 João 5:11)

Lari

Sobre Lari

Nome: Larissa Martins Mendes. Belo Horizonte, 1992. Hoje, aos 22 anos de idade é estudante de Letras Inglês na Universidade Federal de Minas Gerais & dedica seu tempo trabalhando com o ministério para jovens, Alvo da Mocidade, com o enorme amor que tem por eles e pelo Evangelho.

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