Do Amor e Outros Demônios*

Em um dos meus primeiros estudos bíblicos, quando ainda não era cristão, ouvi uma das coisas que mais me marcou nesta caminhada.

Não lembro o contexto específico, mas me lembro de o Homero ter quebrado uma das concecpções de mundo sobre o amor e seu papel na vida de uma pessoa. Inúmeros posts meus foram sobre a abordagem do tema que nos é empurrada pelo mundo, um deles se chama “Tudo que sei sobre o amor aprendi nos filmes” e resume bem a ideia. Somos criados acreditando que um grande amor deverá ser tudo na nossa vida.

Nestes dias começei a ler pela 3a vez mais ou menos (sem nunca ter passado do 2o capítulo, quem sabe dessa vez eu termino) a ler Os Quatro Amores, do CS Lewis. Desta vez li uma coisa até então idédita, mas cuja ideia aprendi naquele primeiro estudo bíblico:

“O amor só deixa de ser um demônio quando deixa de ser um deus” Denis de Rougemont.

Hoje gostaria de convidá-lo a avaliar seus relacionamentos deste ponto de vista. Por mais nobres que sejam, os sentimentos, as pessoas, os relacionamentos não podem ser deuses na nossa vida, assim como o dinheiro, sexo, comida.

 

*Pensando num título para este post lembrei dessa expressão que descubri é o título de um livro do Gabriel García Márquez que nunca li.

3 comentários sobre “Do Amor e Outros Demônios*

  1. Vidigas, por acaso você terminou? Conte-nos mais… O post foi tão bom e sugestivo quanto o título, valeu cara!!

    grandeabraço.

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