A mensagem, não o mensageiro

Um dos primeiros temas que Paulo trata em sua primeira carta endereçada aos coríntios é a unidade em Cristo. O apóstolo aborda o assunto contra divisões que ocorriam entre os cristãos, dizendo eles pertencerem a esta ou aquela parte da Igreja. Fiquei pensando no que poderia ter levado àquela conduta dos que inicialmente seguiam a Cristo e passavam, talvez sem perceber, a seguir aos homens.

Quando saímos de uma conferência, pregação, sermão, palestra temos o costume de avaliar quem passou a mensagem. Até criamos piadinhas para a situação, do tipo “esse garoto tem futuro, alguém deveria investir tempo em discipulado com ele”.

As pessoas não falam bem por conta do acaso, elas realmente se preparam de uma ou de outra forma para que sua mensagem atinja nosso coração. Devemos, sim, elogiar e reconhecer o trabalho alheio. Qual o problema, então?

Hoje talvez haja pouco, mas podemos colher graves consequências dessas atitudes. Imagino que foi isso que aconteceu em Coríntios e que suscitou a intervenção de Paulo.

Por conta de uma série de boas palestras ou livros podemos perder o foco, da mensagem para o mensageiro. Sem o filtro caminhamos juntos dele não só nos bons momentos de grande inspiração divina, mas também nos maus e corremos grandes riscos. Abaixo listo alguns:

Bom orador

  • Considerar como fiel tudo que é nos passado pelo “revelador da Palavra”. O que é anunciado representa apenas a visão/ interpretação da pessoa, do que realmente importa, a saber, a Palavra de Deus. Muitas vezes teremos maneiras diferentes de encarar uma ou outra situação. Se não estamos focados em Cristo, passamos a considerar como único padrão aquele que é defendido por quem gostamos de ouvir/ ler.
  • Deixar de buscar a Bíblia de maneira pessoal para buscar somente no nosso “ídolo”, quer seja oral, quer seja através de seus escritos.
  • Deixar de ter experiências pessoais com Cristo e passar a considerar aquelas vividas pelo nosso amigo “perto de Deus”, olhando como ele fez para lidar com esta ou aquela situação.
  • Não falar mais sobre Jesus, pois não o conhecemos intimamente, passar a apenas repetir o que temos ouvido/ lido sobre ele.
  • Cair em desvirtualizações da Palavra, em especial a pronunciada sem seu contexto correspondente.
  • Em uma situação extrema, se nosso “orador preferido” desistir de viver com Deus, perdemos nossa referência e possivelmente desistiremos também.

Isso tudo acontece de maneira muito sutil e é difícil perceber quando começamos a agir desse jeito. Resolvi escrever sobre o assunto por conta do que aconteceu comigo no último sábado, 11 de julho. Ouvi palestra de um homem que estuda muito as Escrituras e articula muito bem as idéias. No caminho de volta para casa, fiz as devidas avaliações dos métodos que costumeiramente faço com meus amigos. Minha perda no mensageiro foi tamanha que não consegui me lembrar de uma resposta que ele deu na palestra para uma pergunta que foi minha. Sei que o que ele disse fez sentido para mim, mas não me lembro tanto do que foi falado, quanto da maneira com que isto se deu.

É uma das fronteiras que desejo ardentemente ultrapassar. Será que sou um louco obcecado ou isto também já aconteceu com você? Qual sua opinião sobre o assunto? Deixe seu comentário, ele é muito importante para todos nós.

Obrigado e até breve.

Rafael Santtos

Sobre Rafael Santtos

Rafael Santos, Belo Horizonte, 18 de abril de 1984, cristão desde 2012, sonhador, aventureiro, sanguíneo, exortador. E deseja dividir um pouco do que pensa através do Outras Fronteiras.

21 comentários sobre “A mensagem, não o mensageiro

  1. Isso faz muito sentido Rafa. A gente tem que manter sempre viva essa preocupação. Caso contrário só ecoamos o que tem sido falado aí fora. Repetimos ideias e não paramos pra estudar…É muito bom ter acesso ao que grandes homens de Deus têm produzido, mas ter a oportundiade de fazer descobertas com Deus é maravilhoso.

    *Mais um roubando meu “até breve.” é teMÇo

  2. ow, vc não colocou legenda na foto! nem idéia de quem seja o cara, mas imagino que seja o ed rené. Acertei?
    Acho que seu post dialoga bastante com um meu. Achei muito legais os riscos que você enumera, de erros em que podemos incorrer na vida em comunidade. É, ter exemplos na fé não é ter ídolos. Pessoas são usadas pra nos ajudar mas elas são responsáveis pelas próprias escolhas. Se ela cair no buraco, não quero cair junto.
    Mto bom! Mas acho que não entendi o que vc quis dizer no penúltimo parágrafo, com a “perda no mensageiro”.
    Bjos!

  3. Excelente! Algo que me intriga bastante é que muitas vezes valorizamos mais a retórica (habilidade para falar) do que a relevância da mensagem. Noto, claramente, como isso acontece com uma frequência incrível em nosso meio.

    O Ed René falou uma mensagem de extrema relevância (Ana, o homem da foto não é o Ed). E também tinha uma retórica fantástica. Ora a partir daí temos 2 opções:
    1 – Se focamos no mensageiro, temos dificuldade inclusive de exprimir o que ele falou pois não temos a mesma retórica que ele.
    2 – Se focamos na mensagem, a levamos conosco e ela será importante para a nossa caminhada em nossa vida.

    Acho o tema que vc colocou aqui de extrema relevância. Por que não tentamos aplicá-los? O que vcs acham de procurarmos avaliar as palestras não pela qualidade do mensageiro, mas pela qualidade da mensagem? Ou seja, dar menos importância a como a pessoa falou, mas ao que foi falado… Afinal, conferindo na Bíblia como vc propôs no post não noto que devemos dar importância ao mensageiro, mas à mensagem. Não à retórica, mas ao poder de Deus. Mensagem bem articulada, qualquer um que treinar pode ser capaz de transmitir. No entanto, uma mensagem de relevância espiritual, só pode ser proveniente de Deus. Então proponho essa reflexão -> Como avaliamos uma palestra que assistimos: Pela habilidade do mensageiro (foco no homem) ou pela relevância da mensagem (foco em Deus)?
    Um abraço!!

  4. Ei Rafa!!! Gostei mto do post!! Essa é uma reflexão muito válida e q já fiz várias vezes… Vc não está louco ou coisa do tipo, rs! Creio que a única coisa que precisamos para falar das coisas de Deus é de boa vontade, pois na Bíblia nós todos somos incentivados a anunciar o evangelho, certo? Mas compartilho com vc a “mania” de me preocupar muito com a retórica, confesso que às vezes fico até incomodada quando estou ouvindo alguém que não “fala muito bem”. Isso é vergonhoso mas é verdade. Mas retomando o que eu disse no começo, não só podemos como devemos ser mensageiros, independente do nosso “talento” para isso e como ouvintes temos muito a ganhar se focarmos na mensagem. Por fim, cabe ao Espírito Santo nos capacitar a falar e tb a ouvir, recorramos a Ele!

  5. Excelente post! Isso é realmente um problema, acredito, pra grande maioria né? E não só tendemos a valorizar quem fala muito bem, como queremos falar bem também. Quando vamos falar de Deus (improvisado ou preparado) e não falamos de forma bem articulada, eu pelo menos fico como que decepcionada comigo mesmo. Mas na verdade quem fala ao coração é o Espírito Santo. Deus não depende da retórica de algum homem pra falar ao coraçao dos outros… e nem ao nosso. Se a gente parar de prestar atenção em como o outro está falando, quem sabe a gente consegue prestar atenção na real mensagem que DEUS quer passar pra gente.
    beijssssssss

  6. Fala RAFAEL!! hahaha
    ow mto doido o post… foi bom pra mim refletir sobre essas coisas…inclusive quando pensei nessas coisas que vc falou refleti de quando estou em um estudo biblico, a minha tendencia eh falar mto mais de experiencias pessoas de amigos do que experiencias pessoais minhas…vejo melhoras no meu relacionamento pessoal com Deus, mas preciso melhorar mto nesse ponto ainda…

    tb tem um versiculo relacionado ao assunto exposto que sempre me deixou bastante incomodado:

    Atos dos Apóstolos 17:11 ->”Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim.”

    Concerteza esses amigoes de Beréia olhavam para a mensagem e nao para o mensageiro… eu tb tenho essa dificuldade, minha vontade é ver mudanças na minha vida em relaçao a isso… fica com Deus
    valeu!!
    abraço!!

  7. Rs… Brincadeira!
    É verdade que é muito comum agirmos assim, nem tem muito o que comentar. Há ainda o problema de proferirmos julgamentos mil nas análises, né?!

  8. Vou compartilhar algo pessoal…
    Tem mais ou menos 3 anos que estou trabalhando em uma nova tradução da Bíblia para o português. A verdade é que tenho notado neste processo que muitas das pessoas não estão preocupadas com a mensagem, mas sim com o mensageiro. Se fosse um cara renomado, talvez até um desses americanos que costumamos ler, muitas delas falariam: brilhante! Mas porque é alguém próximo de nós não pode ser algo bom! Esse cara tá viajando!

    Por que o descrédito de tantas pessoas se essas pessoas que desacreditam nem sequer se interessaram por saber sobre como a tradução tem sido feita e viabilizada? O que eu estou querendo dizer é que a rejeição não tem ocorrido pela mensagem. Mas, sim, por causa do mensageiro. Aqueles que tem procurado entender o trabalho da tradução e o por quê de sua realização tem vibrado!

    Já compartilhei o projeto com mais ou menos 100 pessoas e 90% delas desacreditam… O projeto já é árduo… As pessoas que o desprezam sem conhecê-lo não ajudam em nada e só fazem ele se tornar mais árduo ainda. O mais incrível: de TODAS as pessoas que desacreditaram o projeto NENHUMA se interessou em conhecê-lo. Ou seja ninguém se interessou pela mensagem. Só de saber quem é o mensageiro já foi suficente para desacreditar o projeto.

    Gostaria de lembrar que fico triste com isso. Não pela tradução ou por mim. Até porque também não estou preocupado com os resultados. Não estou fazendo isso para aparecer. E também não sou nenhum X-Men, não tenho habilidades especiais. Eu estou triste porque vejo que os cristãos, muitas vezes, estão olhando para os “renomados” e para os “fortes” e esquecendo que muitas vezes Deus levanta pessoas desprezíveis para a realização de algo. Davi era um menino, jovem, sem experiência de guerra e etc. Ele derrotou Golias. Será que sempre vamos esquecer em que consiste o poder de Deus?

    Preciso de ajuda de pessoas as quais se dispuserem. Não precisa ter habilidade alguma, apenas estar disposto a servir a Deus. Uma ajuda pode ser, às vezes, na participação direta (não é só na parte de língua que preciso, mas também em mapas, formatação, edição e etc) ou, até mesmo, trocar idéias sobre a tradução. Gostaria muito de ouvir opiniões e sugestões. Qualquer ajuda é bem vinda!

    Obs.: Não estou preocupado em quantas cópias. Nesta bíblia não terá Copyright! Se alguém estiver querendo ganhar dinheiro no projeto, não me procure. Essa tradução não é pra ganhar dinheiro… A tiragem será feita de forma alternativa. Se conseguirmos imprimir 100, ok. Se 1.000.000 ok também. Não é isso que importa! Ainda vai demorar alguns anos para a finalização da tradução. Isso significa que ainda dá para qualquer um que se dispuser ajudar.

    IMPORTANTE: Só gostaria de pedir que não se oferecessem para ajudar aqui no blog, mas me procurassem pessoalmente. Nem gostaria que comentassem sobre o projeto da tradução aqui neste espaço. Vamos voltar a discussão para a questão mensagem x mensageiro. Não queria escrever sobre isso aqui… Até porque não tenho tido vontade de compartilhar sobre a tradução com ninguém considerando a alta rejeição… Mas senti que tinha tudo a ver com o tema e resolvi colocar aqui…

    Se vc está disposto a ajudar me procure e se vc acha ridículo a idéia da tradução me procure também! Vamos procurar entender a mensagem antes de criticar…

    Um abraço a todos!

  9. Muito legal a participação de todos vocês, fico imensamente feliz de saber que não sou um louco, ou não sou o único. Estou com o tempo apertado, mas quero responder a todos em breve!

    Forte abraço!

  10. Muito legal o post! Simples e tão pertinente! Acho que estou vivendo isto neste momento… em casa, um pouco enfurnada por causa da nossa pequena, tenho buscado a água viva utilizando “filtros” (= livros, filmes, palestras…) que, como você bem disse, nos impede de viver nossas próprias experiências com Deus! Obrigada por me fazer refletir. Abração

  11. Pois então gente, muito bom poder dividir esses pensamentos com todos vocês.
    Concordo com o Gabriel no que ele diz sobre termos acesso ao que os outros estão pensando. De vez em quando não conseguimos enxergar além e é bom saber que algumas pessoas que vislumbram esta possibilidade estão dispostas a compatilhar conosco.
    Ana, explicando, minha “perda no mensageiro” foi que me perdi na análise dos seus métodos didáticos e esqueci da resposta que ele havia me dito. Queria colocá-la aqui, mas foi tão boa (depois me lembrei) que merece um post, aguarde! Sobre seu post, realmente há diálogo, principalmente quando você diz que “a fé não é burra: a crença é em Deus, não nos líderes, não nos outros”.
    Marcelo, imagino que realmente você considere este tema relevante, foi você e um outro amigo nosso que me levou a pensar no assunto há algum tempo. Em relação ao problema da avaliação, temos duas possibilidades: uma a que eu coloquei no texto, sobre focar na mensagem como ouvintes/ leitores; a outra diz respeito à avaliação por parte de uma instituição sobre se o método utilizado por que pronunciou foi adequado para atingir o objetivo do público. Neste segundo caso, considero de extrema importância a avaliação da maneira como foi dito qualquer mensagem, este é o veículo pelo qual uma instituição pode melhorar e sempre atingir o objetivo de falar bem sobre as coisas de Deus.
    Sobre seu projeto, fico feliz de vê-lo se abrir e mais feliz ainda por ser parte dos 10% que acredita em seu árduo trabalho. Que bom que está aberto a sugestões e espero mesmo que mais pessoas possam auxiliá-lo.
    Moscatelli, muito doido seu ponto de vista sobre a participação de Deus através do Espírito. A parte de sermos mensageiros é realmente muito importante. Minha alegria é poder participar disso através deste Blog com todo mundo que escreve e lê comigo!
    Paulinha, isto que você disse de mudarmos de atitude é muito verdade. Muitas vezes quando vamos falar, mudamos o tom de voz e a postura, lembro até de vezes que a entonação faz lembrar “grandes palestrantes”, como se fossemos, por isso, atingir aos outros como eles atingem!
    Doug, valeu pelo versículo enriquecedor! Já lhe disse pessoalmente e coloco aqui que acho que viver aventuras de fé é de extrema importância para conseguir ver Deus nas nossas vidas.
    Fernanda, somos todos loucos ahoaihaiohaoiaha. O problema do julgamente não tem sido dificuldade para mim hoje, mas é bom lembrar dele para que não se torne amanhã! Valeu pela lembrança!
    Homero, li sobre a fonte de Água Viva ontem e até me deu vontade de escrever sobre! Realmente, só a fonte verdadeira pode nos satisfazer. “A mensagem, não o mensageiro” , não é assim?!
    Camila, legal de mais sua participação. Com certeza, enquanto cuida da pequena Helena, você tem grandes oportunidades de ver Deus não só nos livros, vídeos e afins, mas também na sua leitura pessoal da Bíblia e principalmente na prática dela em família. O mais legal disso tudo é ver que você não tem utilizado da dificuldade de sair de casa para deixar de buscar a Deus, só não pode mesmo esquecer do filtro (a Bl)!
    André, legal saber que você está lendo o blog, obrigado pelo comentário. É muito motivador receber elogios de leitor exigente! aohaoahoaaiahoihaoah

    Enfim, @todomundo, é bom ser parte de uma família cristã que sonha e passa por dificuldades junta, independente da distância e da denominação que cada um segue. O post em si é cheio de buracos (não sou Deus) e só a participação de todo mundo pode preenchê-los!

    Muito obrigado a todos por ter dedicado um tempo para comentar aqui, é um excelente feed back, além de ver que não sou doido! oahoaihaoihaoa

    Espero que mais pessoas sintam-se à vontade para escrever!

  12. Rafa, não acho que o post está cheio de buracos, mas, sim de espaços para que as pessoas participem e comentem. Afinal, o tema é muito amplo e pode ser avaliado sobre várias perspectivas. É bom ver comentários diversos e, de repente, poder notar o tema de uma forma que não tinhamos pensado antes. Ao meu ver, vc abordou o tema com muita propriedade.

    Acho muito importante o que vc falou com respeito a conferir na Bíblia. Esta questão “mensagem x mensageiro” não é muito tratada entre nós mas bastante tratada na Bíblia. O problema é que como não pensamos muito a respeito disso, não vamos à Bíblia com perguntas em relação a este tema. Com a ausência das perguntas, temos dificuldade de enxergar as respostas que a Bíblia nos dá em relação ao mesmo. Há uma série de passagens que estão direta e indiretamente relacionadas com o que vc expos no post. A questão é: Com que tipo de perguntas lemos a Bíblia? Estamos realmente dispostos a entender como as coisas de fato são, ou procuramos na Bíblia passagens que fundamentam nossas visões pré-concebidas? Acho que um dos diferenciais dos cristãos de Beréia (que o Doug citou) era este: de ir à Bíblia sem conceitos pré-formados ou visões pré-concebidas. Eles estavam a todo o tempo avaliando e reavaliando a mensagem que aprendiam e que viviam.

  13. É verdade Marcelo. Aquilo que coloquei no post pode ser melhor explicado aqui. A gente passa a ver como verdade absoluta tudo que ouvimos daquele que gostamos de ouvir e muitas vezes, como está no post, é só uma das maneiras de viver dado ponto do cristianismo. A Bíblia não fecha a questão, mas nós fechamos com base naquilo que ouvimos “cegamente”!

    Forte abraço!

  14. Reflexão bem válida!
    Tenho que cuidar acerca dessas questões tb! Mas acho que meu cuidar é bem diferente do cuidar de todos que comentaram…Na verdade, acho que é um cuidar completamente oposto.

    Sou chato. Extremamente chato. Principalmente em termos da fala de outros. Enquanto os que comentaram cuidam para não valorizarem demais a fala de alguém, eu tenho que cuidar para não desmerecer demais… rs Não importa quem seja – o Papa, ed rene, adilson, etc… – e o quanto estimo a pessoa, se ela mandar mal segundo os meus parâmetros, tendo a desvalorizar toda a mensagem. E essa tendência de desvalorizar é tão ruim qto valorizar demais!

  15. Pois é Mateus, há pessoas mais exigentes e que tendem a desconsiderar tudo que foi dito se o mensageiro não for completamente feliz em sua palavras. É um outro extremo e como tal deve ser realmente evitado.

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